Reabilitados os painéis de azulejos de sete estações ferroviárias

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Sintra, Esmoriz, Contumil, Rio Tinto, Barqueiros, Caldas de Moledo e Peso da Régua foram as estações intervencionadas. Os conjuntos azulejares intervencionados foram produzidos nas décadas de 1920, 1930, 1940 e 1990. 

Os painéis de azulejos de sete estações ferroviárias da rede nacional foram alvo de um relevante trabalho de conservação e restauro por parte da Infraestruturas de Portugal (IP), abrangendo a estação de Sintra, a estação de Esmoriz, na Linha do Norte, as estações de Contumil e Rio Tinto, na Linha do Minho, e as estações de Barqueiros, Caldas de Moledo e Peso da Régua, na Linha do Douro.

Este investimento decorreu de uma análise técnica realizada ao património azulejar, que identificou danos resultantes de atos de vandalismo, problemas de perda de aderência e, em alguns casos, situações de risco de queda, com potencial perda dos elementos originais.

Os conjuntos azulejares intervencionados foram produzidos no século passado, nas décadas de 1920, 1930, 1940 e 1990, nas fábricas de Sacavém, Viúva Lamego e Constância.

Atendendo ao estado de conservação e à tipologia dos azulejos existentes, as intervenções seguiram diferentes princípios de conservação e de restauro, tendo sido realizados trabalhos de limpeza, colagens, consolidações, tratamento dos suportes, preenchimentos, nivelamentos, reintegrações cromáticas, refechamento de juntas e execução de réplicas. Os trabalhos representaram um custo global de cerca de 226 mil euros e foram integralmente executados com recurso a mão de obra especializada durante o ano de 2025.

Estas ações dão continuidade ao plano de preservação do edificado sob gestão da IP, não apenas no que respeita à sua salvaguarda, mas também à recuperação e valorização deste importante bem público, presente em muitas estações ferroviárias. 
 


Estação de Sintra - painel interior