Campanha “E se a estrada falasse”

2020-06-12

A Infraestruturas de Portugal é parceira da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) na campanha “E se a estrada falasse?”, que tem como objetivo alertar os cidadãos para cumprirem as regras de segurança no regresso à estrada após o confinamento.

A campanha, a decorrer entre os dias 12 e 22 de junho, será divulgada na televisão e na rádio, assim como nas redes sociais da ANSR e de várias entidades parceiras, como a Infraestruturas de Portugal.

Com esta iniciativa a ANSR pretende mostrar aos portugueses que se todos cumprirmos as regras de segurança rodoviária podemos evitar a sinistralidade rodoviária.

Nos primeiros cinco meses do ano o número de mortos nas estradas portuguesas diminuiu 33% face ao período homologo. Ainda assim foram 131 vidas que se perderam, 131 pessoas que partiram cedo demais. Também o número de acidentes com vítimas diminuiu 33% totalizando 9.235. Podemos fazer mais e melhor. 
 
A luta contra a sinistralidade rodoviária pode ser realizada com sucesso e depende do comportamento de todos nós. Portugal e os portugueses mostraram que dão prioridade à vida. O sucesso na luta contra o vírus Covid-19 demonstrou que se todos juntos cumprirmos as regras conseguimos tornar evitável o que parecia inevitável.
 
Após o período de confinamento obrigatório decretado pelo Governo, o levantamento gradual das medidas de contenção leva a um acréscimo no número de viaturas a circular nas estradas, potenciando um aumento da sinistralidade rodoviária. Torna-se assim necessário alertar os cidadãos para que, na hora de voltar à estrada, mantenham a responsabilidade que demonstraram quando lhes foi pedido que ficassem em casa para proteger os outros, fazendo a sua parte para que a circulação seja feita em segurança.
 
Com esta campanha, a ANSR e as entidades parceiras, como a Infraestruturas de Portugal, vêm reforçar a ideia de que o combate à sinistralidade é a prioridade de toda a sociedade e começa em cada um de nós.
 
Todos juntos vamos construir um futuro em que prevaleça a cultura de segurança e em que zero mortes seja o único número aceitável.

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